4 The Schneider´s

http://www.theschneiders.com.br

Quem somos:

Nas palavras de Belchior, interpretadas pela voz marcante de Elis Regina, define-se a banda the Schneider´s: “Nossos ídolos ainda são os mesmos…”.

Uma paixão, uma vida, aliás várias, já que somamos seis gerações movidas pela música. Uma família construída pelos princípios da música, filhos educados através da cultura.

Já foram tantas brigas, tantas promessas de que não voltaria para a banda, tantas discussões inúteis, mas que agora são lembradas com risos.

Nunca haverá fim para os the Schneider´s, a banda é nossa vida.

Ainda somos os mesmos e vivemos como os nossos pais..”, como disse Belchior em “Como nossos pais”, assim somos pois nossos pais e avós construíram isso, e repassaram, de geração em geração, ensinando que sem a música, a vida seria um erro.

Surgiu da vontade dos filhos de cantarem e tocarem junto com seu pai, para mostrar o repertório do qual gostavam.

Todos moram na cidade de Quinze de Novembro, RS, na região central do Rio Grande do Sul denominada Rota das Terras. É um município com pouco mais de 3.500 habitantes, em sua maioria de origem alemã. Segundo levantamentos, esta foi considerada a cidade mais evangélica do Brasil (Igreja evangélica de Confissão Luterana no Brasil). Cultiva-se muito as tradições alemãs, através de bailes e festas, sempre com a presença de corais e grupos de danças folclóricas. O município chegou a ter 7 conjuntos musicais atuantes (CD do evento Volks Fest), sendo que muitos músicos formados no município, atuam em conjuntos musicais dentro e fora do estado. Atualmente o Poder Público é mantenedor de Banda Municipal, Coral Infanto-juvenil e Grupo de Percussão. A música em família, em Quinze de Novembro, RS, é uma tradição, repassada de geração para geração.

The Schneider´s, de Quinze de Novembro, RS, Brasil

The Schneider´s, de Quinze de Novembro, RS, Brasil

 Músicos:

A banda the Schneider´s é integrada exclusivamente por músicos da mesma família. A facilidade para os ensaios, é imensa pois é só combinar, e descer para a garagem. Nos dias de apresentação, os músicos saem juntos da mesma casa, e ao final do evento, retornam também para a mesma casa. Afinal, a banda reúne somente, pai e filhos.

Thaís Mazutti Schneider: voz e violão. 20 anos, nascida em 17 de janeiro de 1993. Toca violão e canta. É acadêmica da Faculdade de Direito, na Universidade de Passo Fundo, da cidade de Passo Fundo, RS (sétimo semestre). Integrou o Coral da Universidade de Passo Fundo. Participa de festivais de música desde os 04 anos de idade. Venceu vários deles. Incorporou o gosto musical dos pais e adora MPB. Elis Regina e Cássia Eller são sua inspiração. É a simpática e comunicativa da família. Faz a divulgação das apresentações da banda na internet.

Thales Mazutti Schneider: voz e bateria. 19 anos, nascido em 23 de março de 1994. Toca bateria e canta desde os 03 anos de idade. É acadêmico da Faculdade de Música / Licenciatura Plena, na Universidade de Passo Fundo, da cidade de Passo Fundo, RS (quinto semestre). Integrou o Coral da Universidade de Passo Fundo. Participa de festivais desde os 03 anos de idade e venceu vários deles. Também segue o gosto musical da família: pop/rock, MPB, nativista. Como músico, inspira-se nos rápidos bateristas dos anos 70, e pode-se considerá-lo como o melhor instrumentista da banda dada a sua percepção, sua destreza e seu ouvido. Além de músico, é um grande desportista, praticando futebol e vôlei, sendo uma verdadeira enciclopédia do futebol. Foi responsável pela elaboração da arte gráfica do CD e do site da banda.

Volnei Schneider: Vocais e teclados (piano, órgão). 40 anos, nascido em 11 de setembro de 1972. Toca desde os 04 anos de idade, sendo seus instrumentos: acordeon, teclado, guitarra, violão e contra-baixo. Faz parte da 5ª geração de músicos da família Schneider na pequena cidade de Quinze de Novembro, RS. Toca com seu pai há 34 anos, e com seus filhos há 07 anos (primeira apresentação pública). Passou os ensinamentos da música e do canto aos filhos, desde muito cedo. Compôs várias músicas. Juntamente com seu pai Heinz Schneider criou em 1997 o Grupo Cultural Som Legal, visando produzir gravações das músicas compostas e interpretadas pelos membros da famílias Schneider e Tauchert. É advogado e atuou como Assessor Jurídico da Prefeitura Municipal de Quinze de Novembro, RS, por 18 anos (sempre ocupando cargo de confiança do Prefeito, independente do partido político do administrador).

Magali Mazutti: apoiadora. 44 anos, nascida em 01 de janeiro de 1969. Não toca e não canta nada. Brinca que sua grande contribuição musical, foi, de um músico, fazer mais dois. É farmacêutica-bioquímica.

Thaís Mazutti Schneider

Thaís Mazutti Schneider

Thales Mazutti Schneider

Thales Mazutti Schneider

Volnei Schneider

Volnei Schneider

Thales, Thaís, Magali e Volnei

Thales, Thaís, Magali e Volnei

Primeiro CD “Marco Zero”

As canções apresentadas, todas de autoria dos integrantes da banda, fazem referência ao crescimento cultural fortemente embasado na vida em família. Com esta base  influenciada pelos nossos poetas da música, e tendo aprendido a ouvir o melhor da música nacional com incursões no mundo da música internacional, principalmente a música alemã, pode-se dizer que os clássicos ficarão para sempre no imaginário dos músicos da banda the schneider´s.

Procuramos com as nossas letras, contar os conflitos, a convivência, as viagens, o dia a dia, as vantagens, as alegrias e dificuldades, os recomeços, enfim,  tudo o que diz respeito a relação pais e filhos, a vida dentro de uma família, e como esta relação é importante para o amadurecimento da gurizada.Buscamos mostrar para as pessoas, como os filhos são influenciados, mais pelo exemplo do que por aquilo que queremos ensinar falando, isso desde o gosto musical, até o pior dos defeitos.

gravação do primeiro CD

gravação do primeiro CD

 Televisão

RBS TV

A banda the Schneider´s teve seu trabalho noticiado na RBS TV, rede de televisão de referência na região sul do Brasil. Em matéria produzida pelo repórter Giácomo Bertinetti e sua equipe, foi veiculada a participação da banda no quadro TALENTOS REGIONAIS, o que ocorreu no dia 26 de Abril de 2008, na região de abrangência da RBS TV Cruz Alta. A reportagem  também foi veiculada a nível estadual, no dia 19 de Maio de 2008, como destaque do programa  BOM DIA  RIO GRANDE, da RBS TV, então apresentado pelas jornalistas Daniela Ungaretti e Carla Fachim.

Bom dia Rio Grande

A participação da banda the Schneider’s no programa BOM DIA RIO GRANDE da RBS TV estadual, pode ser conferida na íntegra, junto ao site do “click RBS”. Basta buscar o programa do dia 19 de Maio de 2008, o qual possui um total de 32 minutos e 41 segundos, e visualizar a reportagem a partir dos 25 minutos e 41 segundos.

Jornal do Almoço

Organizada pelo SESI Lazer Passo Fundo, RS, a terceira aparição da banda the Schneider´s na RBS TV, ocorreu no dia 20 de Fevereiro de 2009, desta vez para o lançamento do CD Sesi Descobrindo Talentos. O JORNAL DO ALMOÇO, com a apresentação ao vivo da jornalista Carolina Grigol, mostrou a banda para toda a região de cobertura da RBS TV Passo Fundo, RS.

UPF TV Programa Acorde

A banda the Schneider´s esteve presente no programa ACORDE, apresentado pelo jornalista JEAN MARMENTINI, na UPF TV.

A participação foi oportunizada em parceria com o SESI Lazer Passo Fundo, RS, tendo a gravação ocorrido no dia 07 de Março de 2009 através de 02 blocos de 12 minutos cada. O programa foi ao ar nos dias 02 e 03 de abril de 2009, em sinais de TV aberta e por assinatura, bem como, no site http://www.upf.br/tv. No programa, a banda apresentou clássicos do Pop/Rock nacional, bem como, as canções próprias CHUVA e NÚMEROS.

Sesi Descobrindo Talentos 2007

A participação da banda the Schneider´s em inúmeros festivais de música, tem oportunizado um belíssimo aprendizado. Além do contato com outros músicos, acaba reforçando a idéia de que é mais fácil fazer música e manter um grupo unido, quando se está em família.

Destaque para o Festival SESI Descobrindo Talentos 2007, onde após o 2° lugar na fase municipal, e após o 1° lugar na fase regional, ambos em Passo Fundo, RS, a banda teve a oportunidade de levar a canção própria “CHUVA”, para a fase final na cidade de Tramandaí, RS.

apresentação etapa municipal

apresentação etapa municipal (região Passo Fundo, RS)

segundo lugar etapa municipal

segundo lugar etapa municipal (região Passo Fundo, RS)

primeiro lugar etapa regional

primeiro lugar etapa inter-regional (noroeste do RS)

apresentação etapa estadual

apresentação etapa inter-regional (noroeste do RS)

 

Depoimentos

“… Volnei, Thaís e Thales,  saem do ambiente da casa e descem para ensaiar na garagem, onde se transformam no trio de The Schneider’s …” (Giácomo Bertinetti, RBS TV Cruz Alta)

“…  Família que canta unida, permanece unida …” (Daniela Ungaretti, RBS TV)

“…Vocês tem um diferencial, pois estão fazendo música em família … ” (Ronaldo Roque Bonfante, Sesi Lazer Passo Fundo)

escadarias do estúdio

escadarias do estúdio

nosso chão

nosso chão

nossa casa

nossa casa

Curiosidades

A trajetória musical da família Schneider, na pequena cidade de Quinze de Novembro, RS, vem de muito tempo. Citamos os compositores da família, por ordem de anterioridade: Jacob (tataravô), Frederico (bisavô), Carlito (avô), Heinz (pai).

 Começamos a contá-la no ano de 1997 inicialmente criando uma associação cultural chamada Grupo Cultural SOM LEGAL composta principalmente por familiares, e então através da produção de um trabalho simples voltado a música popular de nosssa região, dando ênfase a música de nossos antepassados. Pode-se conferir um pouco através de www2.brasilalemanha.com.br/somlegal. Para este trabalho, inicialmente foram prensadas 1000 cópias, e estávamos muito felizes ao vender todos, de estar na residência de 1000 famílias.

Posteriormente ao final de 2005, fomos escolhido por Deus, para fazer parte da Coleção Caras A música do Mundo, com 05 músicas no CD da Alemanha, e 01 música no CD do Brasil. As músicas do CD Alemanha, foram trilha de programas na Rede Globo, como Fantástico (Concurso de Bigodes, Renato Ribeiro), Esporte Espetacular, ambos no ano da copa da Alemanha, e seguem até a presente data como trilhas de programas outros canais de televisão como TV FAMA da Rede TV entre outros. Foi muito estranho mesmo: divulgávamos nosso trabalho musical em www.brasilalemanha.com.br, e citávamos um e-mail. Curiosamente, antes do Natal de 2005, um daqueles e-mail suspeitos, convidava grupos a enviarem músicas para compor um projeto. Indagamos desconfiados, maiores detalhes, e nos retornaram pedindo para enviar material. Não enviamos, e um dia, surge um novo e-mail, pedindo informações sobre o endereço, que o motoboy da empresa iria buscar. Respondemos rindo informando que estávamos no interior do Rio Grande do Sul, e portanto muito longe de São Paulo, SP, sendo que isto seria impossível.

“Descrente, conversei com meu pai, senhor Heinz Schneider, o qual concordou em enviar um cd. Como eu precisava continuar com minhas atividades na Prefeitura de Quinze de Novembro, RS, o mesmo foi ao correio. Lá chegando o responsável sugeriu um sedex, porém os valores eram altos para algo suspeito, cerca de R$ 25,00, quando então, o material foi enviado de modo simples e sem qualquer registro e proteção, por menos de R$ 5,00. Para nossa surpresa, em janeiro de 2005, todos reunidos em minha casa, quando toca o telefone. Era de São Paulo, e para nossa surpresa, o Sr. Corciolli, diretor da gravadora Azul Music, parceira da revista Caras no projeto, nos parabenizando e agradecendo pelo envio do material. A notícia contamos a nossos familiares músicos, os quais ficaram descrentes, mesmo após autorizarmos gratuitamente a participação das músicas no projeto,  somente com a revista e o cd nas bancas, e que conseguiram conferir que era verdade. Nosso simples cd, vendido de porta em porta, agora iria para mais de 200 mil famílias. Algo que só podemos atribuir a Deus. E até o momento, ainda não conhecemos pessoalmente o Sr. Corciolli, sua então colaboradora Miriam Franco, e toda a sua equipe, a quem estamos eternamente gratos.” (Volnei Schneider).

Nesse meio tempo, Thaís (filha) e Thales (filho), foram crescendo ouvindo e acompanhando música, formando a sua própria bagagem cultural. Desde os primeiros anos de suas vidas, já brincavam de músicas com seus instrumentos de brinquedos, cantando ao microfone, apenas com sílabas e depois formando palavras. Correndo no meio do festival de música alemã promovido pelo Grupo Cultural Som Legal para integrar as bandinhas típicas de nossa cidade.

A formação musical, e o gosto musical do casal Volnei e Magali, sempre foi da MPB, do Pop rock nacional dos anos 80, que tivemos a oportunidade de presenciar em nossa adolescência. Além é claro, das músicas nativistas, que cada um na sua cidade, escutava, e posteriormente os uniu em uma roda de violão na casa de amigos em comum. Os filhos chegaram cedo para Volnei, pois aos 21 anos de idade, o mesmo já era pai de dois filhos maravilhosos.

Curiosamente, surgiu em um dia de chuva, uma inspiração estranha na casa dos pais da Magali Mazutti, no município de Selbach. A casa da família Mazutti foi inspiração para o surgimento da canção CHUVA. A canção buscava ver coisas boas para fazer em um domingo sem sol: “…VOCÊ PODE ACHAR QUE A CHUVA NÃO TRAZ ALEGRIAS, MAS A TERRA SORRI QUANDO VEM SEM PARAR …”

Esta canção, foi levada pelo Volnei sozinho para um festival. Chegou a gravá-la, mas faltava algo. Que bom que o CD não saiu. Em 2006, ouvimos falar de um Festival do Sesi que seria realizado. A inscrição foi realizada, mas um resfriado na Thaís, não permitiu participar.

Bom, como a Thaís e o Thales, estavam cada vez mais gostando de música, e perturbando o sossego dos vizinhos todas as noites, os dois cobraram, “pôxa pai, a gente quer tocar”. Resolveram criar um trio de pai e filhos, sendo que o nome foram eles que escolheram: The Schneider´s, assim como Beatles, e com apóstrofo. Beleza. Bom, e onde e como se apresentar. Foram bater em um restaurante da cidade, recebendo uma oportunidade do Sr. Gomes em abril de 2007. Foi desastroso, dois violões e uma percussão. Os familiares assistiram, e sugeriram  colocar um teclado com som de piano, para baixo e base, violão e uma mini-bateria para não ficar tão alto. Bateram na cidade vizinha, no Sr. Rubens que também deu oportunidade.

Mais tarde, como haviam tentado participar do festival do SESI de 2006, foi recebido um e-mail do Sr. Ronaldo Bonfante, promotor de lazer do Sesi de Passo Fundo, convidando para a edição 2007. Foram lá, e inscreveram a canção CHUVA. Ensaiaram com o Thales na bateria, a Thaís no vocal, e Volnei com dois teclados (um para contra-baixo e um para piano). Os ensaios eram cronometrados, pois a apresentação não poderia passar de 04 minutos. E assim foram, felizes  participar, entre músicos de toda região atendida pelo Sesi de Passo Fundo, RS. Lá conheceram o Sr. Ronaldo, o apresentador “Chinês” (do grupo Los Peraltas), o pessoal da sonorização, toda a equipe, e muitos músicos, num clima de confraterinzação. A esposa Magali junto, e ainda o Marcone e a Andréia, os encontraram para assistir. Passagem de som pela manhã, almoço em família, e a tarde expectativa e apresentação tímida. Não sabem como, mas classificaram em segundo lugar, o que os permitiu trazer um troféu para casa e classificar para a etapa regional.

A etapa regional foi novamente em Passo Fundo, RS, desta vez em outubro. Havia ocorrido temporal nos dias anteriores e parecia que não iria ocorrer naqueles dias. Confirmaram com o Sr. Ronaldo e foram até o festival, desta vez os 03 classificados de Passo Fundo, e mais outros das regiões de Erechim, Santa Rosa, Santo Ângelo e Ijuí. Na passagem de som, ficaram muito nervosos, pois não acertaram nada. Um dos músicos  pediu um rack de teclados emprestado e obteve o ok. Quatro horas depois, após passear na chuva em Passo Fundo, RS, voltaram ao festival, conheceram pessoas das demais regiões, novos amigos. Na hora da apresentação, receberam o carinho do apresentador “Chinês”, que deu ênfase a  convivência em família. Montaram os instrumentos para tocar – rack, teclados 01 guia e um midi, pratos e pedais de bateria, posicionaram os microfones. Mas para o nervosismo do trio, Volnei conectou o teclado guia em uma rede elétrica equivocada. Tudo pronto, e a Thaís avisa sobre a fumaça saindo do teclado. Bateu o pavor. Literalmente Volnei chorou e viu tudo acabando. O mesmo manteve-se imóvel olhando para os filhos, para a esposa, o público e os jurados. Viu o abatimento de seus filhos, e anunciou o fato ao microfone. Para a surpresa do trio, novamente a presença de Deus conspirando. O público começou a gritar “empresta os teclados…”. E prontamente surgiram 02 teclados os quais, foram recebidos de coração. Foram montados, e então o apresentador “Chinês” chegou ao ouvido de Volnei e disse: “agora esquece, respira, e vão lá, fazem o melhor”. Os três se olharam: pai e filhos, e esposa e mãe filmando. O Thales destruiu a bateria com um ritmo firme e pulsante, a Thaís soltou a voz raivosa, descarregando a tensão, e Volnei tremeu o tempo inteiro. O Thales e  a Thaís foram maravilhosos e compensaram o nervosismo. A Thaís agradeceu o empréstimo dos teclados e ambos desceram do palco brabos. Imaginaram que o festival terminava por aí. Assistiram as demais apresentações, e viram que eram os demais musicos eram excelentes.

Deus ofertou o caos, porém na hora do resultado, apresentou sua santidade. O “Chinês” anunciou o segundo lugar da categoria comunidade (da qual participávamos) e indicou os amigos que haviam ficado em primeiro na fase anterior. Bom, havia uma apresentação que tinha sido excelente de um cantor, o qual imaginaram ter vencido. Para total e inacreditável surpresa, haviam chegado em primeiro lugar. Só perceberam a qualidade da apresentação da Thaís e do Thales, assistindo a filmagem da Magali no outro dia. Ainda é algo inacreditável. Comemoraram muito, pularam do palco, a Thaís quase caiu, obtiveram mais um troféu, e o direito de estar na final em Tramandaí. Fica mais um capítulo guardado na história de vida.

Pra variar coincidia com um final de semana de provas para acesso a UFSanta Maria, com provas nos três anos do ensino médio. No sábado a final em Tramandaí, e no domingo a prova em Ibirubá, RS. Impossível, e após inúmeros contatos com a universidade, obtiveram a concordância em transferir a prova da Thaís para a cidade de Osório, próximo a Tramandaí. Bom foram, para lá, participaram da gravação do CD do Festival Sesi Descobrindo Talentos, superando atrapalhos, nervosismo, resfriado e tensão com as provas, porém, sempre juntos, em família, com muitas coisas engraçadas que ocorreram em paralelo. O sincero agradecimento ao Sr. Ronaldo Bonfante do Sesi Lazer Passo Fundo, RS.

Enquanto isto,  ampliam o repertório, tocando nos bares e restaurantes que  dão oportunidade, levando a sua mensagem, de quem sai de casa juntos, monta, se apresenta, desmonta, volta para casa juntos, e não simplesmente sobe no palco para a apresentação. Afinal, a banda é uma família, que cresce junto, e tem uma mensagem para levar.

Aconteceu mais um fato engraçado. O trabalho de Volnei na Prefeitura de Quinze de Novembro, RS, foi contestado por uma empresa participante de uma determinada licitação, a qual fez uma denúncia para a RBS TV, que o procurou para explicações. Como estava em trânsito, inicialmente informou que explicaria a situação por telefone na manhã seguinte, mas decidiu que seria bom, resolver logo, e marcaram um encontro na cidade de Ibirubá, RS, onde o mesmo esperaria Thaís e o Thales na saída do colégio. Acabou conhecendo o repórter Giácomo Bertinetti então na RBS TV Cruz Alta, RS e hoje no Jornal Zero Hora. Novamente o caos divino inicial, com situação estressante de trabalho, fez nascer uma amizade e a apresentação do trabalho cultural desenvolvido em família. Houve o interesse e então o mesmo juntamente com sua equipe, produziu uma reportagem na residência dos Schneider, apresentando-os inicialmente para a região de cobertura da RBS TV Cruz Alta, e porteriormente para todo o estado do Rio Grande do Sul, no Bom dia Rio Grande de 19 de maio de 2008. Na oportunidade a jornalista Daniela Ungaretti apresentou dizendo: Família que canta unida permanece unida. Você vai conhecer agora o exemplo de uma família, que reforça os laços a cada dia, através da música.” E Giácomo Bertinitti, nos apresenta: “…Volnei, Thaís e Thales, pai e filhos, saem do ambiente da casa e descem para ensaiar na garagem, e ali que se transformam no trio The Schneider´s…” O vídeo está em http://www.youtube.com/watch?v=MqNXMSjtWFY

Não ha como explicar o surgimento de tantos textos em Novembro de 2004, quando ao lado de alguns amigos importantes, não conseguia parar de escrever,  sem saber porém, se eram meros textos, ou o que eram. Ao final de 2007, início de 2008, o trio buscou aqueles textos guardados, e resolveu experimentar a criação de melodias. Eram para isto mesmo que elas vieram parar no papel em 2004.

Mas tudo ao tempo certo, pois não era para Volnei fazer nada sem os filhos Thaís e Thales. Hoje apos passos lentos, na sua casa, produziram 12 músicas de forma simples, para tentar passar uma mensagem interessante para as famílias brasileiras.

No dia 03 de agosto de 2009, quando faltava apenas gravar a bateria, Volnei foi realizar uma limpeza na mesa digital, mas deletou todos os arquivos. Foi necessario recomeçar. Thaís escreveu um texto sobre o assunto, o que serviu de base para a musica que faltava. Trata-se do MARCO ZERO: nosso passo inicial. Sem desistir, persistimos e hoje temos nosso CD com musicas autorais.

Sabe-se que os pais são responsáveis pelos filhos, e na música não é diferente. Nas viagens que  fazem juntos, cada um  leva uma cota de CDs de seu gosto musical. No começo, aquelas músicas que Volnei e Magali escolhiam, não eram aceitas pela Thaís e pelo Thales. Com o passar do tempo, eram eles que escolhiam as preferências  dos pais.

Sem que fosse preciso falar nada, os grandes clássicos passaram a ser do gosto dos filhos.  Hoje é comum acontecer, de receberem uma determinada música, para ensaiar e incluir no repertório, somente com a letra e mostrando a melodia de forma simplificada. Muitas vezes  acabam conhecendo a gravação original, bastante tempo depois. Nesse meio tempo, já criaram seu jeito próprio de interpretar.

Os pais são responsáveis pelas músicas que os filhos ouvem quando pequenos, pois aquele será o gosto musical deles no futuro. ”

As apresentações da banda THE SCHNEIDER’S fazem uma viagem pelo melhor da música nacional, com incursões no mundo da música internacional. São os clássicos que ficarão para sempre, no imaginário de quem gosta da boa música. Com isto, parafraseando Belchior na voz de Elis Regina, levam como lema a expressão: “… nossos ídolos ainda são os mesmos…” “ … apesar de termos feito tudo o que fizemos, ainda somos os mesmos e vivemos como os nossos pais …”

“Posso dizer que constituir uma família aos 19 anos idade foi uma surpres e um impacto muito grande, mas hoje, olhando para trás, tenho plena convicção em dizer que foi a mais linda vida que Deus poderia oferecer para alguém, e agradeço dia após dia, por conhecer a Magali, e por ter a oportunidade de ter 02 filhos maravilhosos, a Thaís e o Thales. Tenho muita honra também, de fazer parte das famílias Schneider, Tauchert, Mazutti, Dierings, Bonatto e todas as que compõe a nossa ascendência. Os amigos que conhecemos.” (Volnei)

O Grupo Cultural Som Legal tem plena convicção de que eles, THE SCHNEIDER’S , são mais uma agulha em um imenso palheiro. Mas na realidade estão rodeados de boas pessoas que  buscam contar a sua história, e trazer uma mensagem boa. Não por individualidade, mas por amor aos irmãos. Esta  mensagem não é midiática, a mensagem é pela valorização da família.

Não importa o destino, mas o dia a dia do caminho. As pessoas que conheceram e alegraram nos pequenos bares e restaurantes, e que se tornaram  amigos verdadeiros.

 GRUPO CULTURAL SOM LEGAL sobre a banda THE SCHNEIDER’S

primeiros passos em Quinze de Novembro, RS, Brasil

primeiros passos em Quinze de Novembro, RS, Brasil

primeira viagem a São Paulo, outubro de 2010

primeira viagem ao Brooklin, São Paulo, SP, outubro de 2010

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